I Coríntios 13

I Coríntios 13
  • Data
    de 08/05/2014 até
  • Autor
    Pr. Jucimar Ramos
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Aquele que ama é paciente com a pessoa amada, aquele que ama é bondoso com a pessoa amada. Ele não sente inveja da pessoa amada quando a vê crescer, pois o crescimento da pessoa amada é sempre uma alegria para aquele que ama. Ele não se vangloria da pessoa amada como se ela fosse seu troféu ou sua posse particular e não se orgulha como se a pessoa amada fosse um alvo conquistado, pois a maior alegria daquele que ama não é o fato de ter recebido um grande presente, mas um grandioso e profundo desejo de se dar de presente.

Aquele que ama não consegue lidar com a idéia de maltratar a pessoa amada e haja o que houver ele nunca conseguirá pensar em lhe fazer mal algum. A idéia de defender seus interesses contra os interesses da pessoa amada sempre parecerá ridícula para aquele que ama. Por isso ele não consegue se irar com facilidade, e quando sua ira se acende geralmente em defesa da pessoa amada e na tentativa de protegê-la de si mesma, não conseguirá guardar rancor mesmo que ela continue na direção errada. Aquele que ama não consegue se alegrar quando percebe que a pessoa amada está prosperando com a injustiça, pois ele sabe que a injustiça produzirá muitas dores num futuro próximo, mas aquele que ama se alegra sempre que vê a pessoa amada se comprometendo com a verdade, pois ele sabe que isto lhe fará feliz quando chegar a hora.

Aquele que ama tudo sofre pela pessoa amada, consegue crer sempre na pessoa amada, consegue esperar o tempo que for necessário, consegue suportar qualquer coisa se for para o bem da pessoa amada.

O verdadeiro amor nunca morre; mesmo que pareça morto. Mas algumas coisas que nós achamos mais importantes que o amor um dia desaparecerão. Coisas como: as profecias, as línguas estranhas, o conhecimento sobrenatural revelado em algum momento perderá seu valor e passará. Por isso, mesmo que eu tivesse o dom e conseguisse falar as línguas dos homens e dos anjos, se eu não falar em línguas motivado por amor, mas falar por qualquer razão egoísta ou egocêntrica, apenas serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine sem significado algum.

Mesmo que eu tivesse o dom e conseguisse profetizar tendo um conhecimento sobrenatural revelado de todos os mistérios e de todo o conhecimento possível, e assim consiga exercer uma fé capaz de mover montanhas, se eu não exercer esses dons motivado por amor, mas fizer por qualquer razão egoísta ou egocêntrica, diante de Deus eu serei apenas um ninguém, pois de fato não terei feito nada.

Mesmo que eu tivesse o dom e conseguisse dar aos pobres tudo o que possuo e conseguisse entregar o meu corpo para ser queimado vivo como mártir pelo reino de Deus, se eu não fizer estas coisas motivado por amor, mas fizer por qualquer razão egoísta ou egocêntrica, nada disso terá valor algum diante de Deus.

Quando operamos em qualquer dom, na verdade Deus em parte e nós operamos em parte, pois tem sempre uma parte misturada ao sobrenatural que é do nosso próprio sistema humano. Por exemplo: Quando profetizamos em parte é conhecimento humano e em parte profetizamos de fato. Mas quando amamos é tudo Deus operando, pois nosso sistema humano não é capaz de amar sozinho, e isto porque o amor é perfeito e nós somos imperfeitos e quando o amor opera em nós ele anula nossas imperfeições e então nossos dons mostram mais de Deus e menos de nós!

Mas é preciso entender que essa natureza de Deus é como uma semente que uma vez dentro de nós vai crescendo e cada vez mais tomando conta do nosso sistema e vamos aprendendo a amar cada vez mais perfeitamente. Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino.

A verdade é que nesta terra nunca compreenderemos perfeitamente a profundidade deste amor de Deus operando em nós, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, um dia, veremos face a face. Agora conheço em parte; mas naquele dia, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido.

(texto parafraseado pelo Pr. Jucimar Ramos) 
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